Uma das melhores recordações gastronômicas dessas minha viagem foi o TACO BELL. Nunca tinha comida nessa maravilhosa rede de fast-food mexicano (ou americana disfarçada de mexicana)…. e em Orlando fui surpreendido pelo sabor e principalmente pelo PREÇO dessas delícias…
Olha a alegria da criança esfomeada!
Depois de passar o dia inteiro gastando sola de sapato (e umas verdinhas) nos parques de Orlando, éramos obrigados a repôr as energias no Taco Bell… e o melhor de tudo: gastar menos da metade que qualquer lanchinho sem-vergonha na Disney.
Burritos e tacos por 89 cents, bandeijinhas de nachos com chili por 99 cents, refrigerante com refil liberado… um espetáculo. Com 3 dólares dá pra sair rolando de felicidade com a pança cheia.
Pra não me deixar mentir, olha o cartaz da promoção:
Pra que pagar mais?
E agora eu pergunto: por que diabos não tem Taco Bell no Brasil? Isso devia fazer parte do Fome Zero. Vou propôr ao Lula pra implantar essa idéia. Ah, mas aí o preço ia ser outro. Deixa pra lá.
Voltei de viagem e deu preguiça de voltar a escrever no blog… então depois de vários dias, vou colocar alguma coisa só pra ver se dá vontade de continuar…
Em continuação ao post anterior, vou colocar umas fotos do Ground Zero, como ficou chamado o local onde ficavam as torres gêmeas do WTC em NY.
Agora é um imenso canteiro de obras, onde ainda se vê algumas fundações dos edifícios e uma tremenda bagunça…. prometem entregar até 2012 os maiores edifícios da cidade… veremos.
Ground Zero - NYC - julho/2008
A foto acima eu tirei do 2o andar do Burger King, que fica logo ali….
Essa dica veio do site Nova York para Mãos de Vaca, que recomendo para quem vai viajar para a Big Apple (www.maosdevaca.com).
Ali perto fica a catedral St. paul, uma igrejinha que serviu de base para os bombeiros que trabalharam nos resgates da semana do atentado. Hoje o lugar é uma espécie de memorial do 11 de setembro, com diversas homenagens, fotos e objetos daquele fatídico acontecimento…
Homenagem aos bombeiros do 9/11 na catedral St. Paul
Em homenagem ao que eu NÃO vou ver em NY, algumas das cenas mais espetaculares, se não as mais, que já vi na vida. WTC 9/11.
E o YouTube tá cheio de ângulos diferentes de filmagem dos impactos….
E tem quem (EU) acredite que não teve avião nenhum entrando no Pentágono…
Buraco mt pequeno, nenhuma câmera oficial mostrando (não tem câmera se segurança no suposto prédio mais seguro do mundo????), nada de destroços de avião…. Mais fácil ter sido um míssil dos próprios EUA ou uma bomba plantada lá dentro.
http://www.youtube.com/watch?v=OH21gKbEllM
Agora talvez demore alguns dias para atualizar aqui novamente…. Abraço
Todo mundo já conhece o Google Earth…. mas nem todo mundo já viu as maravilhas da nova versão 4.3.
Agora algumas cidades já mostram prédios 3D ‘photo-realistic’, novas ferramentas de navegação, e uma espetacular simulação da variação de luz durante o dia em qualquer lugar… ou seja, dá pra ver como é o anoitecer e amanhecer mundo afora… o vídeo abaixo mostra exemplos disso.
Outra maravilha é o ’street view’ do Google Maps. Dá pra ver as ruas como se vc estivesse andando por elas… foi tudo gravado com uma câmera 360graus acoplada no topo de um carro. Vc pode pegar as direções de um ponto ao outro, e a cada esquina o sistema mostra uma foto do local. Não tem como se perder. Ou tem. Mas fica bem mais difícil.
Acontece amanhã na S.E. Bandeirante aqui em Brusque a já tradicional Feijoada na Colina. Pra começar o som eletrônico calminho do meu amigo Dado e dps samba e pagode para acompanhar o feijão e a caipirinha. Se o sol aparecer melhor ainda.
Em meu primeiro post mostrando o meu trabalho, dou a dica para os brusquenses darem uma olhada no jornal Município Dia-a-Dia de hoje (2a feira dia 07/07), que traz encarte quinzenal Município Mais, em edição que traz as maravilhas da tecnologia e da vida moderna.
Tem matéria sobre a China, sobre as novidades tecnológicas para a cozinha, tem os produtos da Fischer, tem um bate-papo com as estilistas da Colcci Thaís Bogo e Jessica Lengyel, tem uma matéria sobre sites de moda, outrs sobre Inclusão Digital, uma de reciclagem digital, outra com o André Zanon e as tradicionais dicas de livros, filmes e CDs.
Para ver o encarte corra até as bancas, ou acesse o site do jornal, em www.municipiodiaadia.com.br. É tudo gratuito e nem precisa mais se cadastrar.
Primeiro post falando de música. E a recomendação não podia ser outra. Pra mim a melhor descoberta dos últimos anos… bota no chinelo o tal do Jack Johnson. No nível do Ben Harper.
THE JOHN BUTLER TRIO ohn Butler começou a sua carreira a tocar nas ruas de Fremantle, cidade que alberga o maior porto comercial da Austrália, a troco de algumas moedas e aproveitando para vender a sua primeira maquete. Seguiram-se convites para alguns concertos em bares locais e mais regularmente no Mojo’s Bar, que era na altura gerido por Phil Stevens, actual manager do John Butler Trio. Enquanto John Butler ia compondo as suas canções originais e o seu talento se tornava cada vez mais evidente, surgiu a possibilidade de gravar o primeiro álbum.
“John Butler” foi editado em 1998, e contou com a participação de Jason McGann na bateria e Gavin Shoesmith no baixo. Os dois músicos acabaram por acompanhar John Butler em pequenas tournées pela Austrália. Com o passar do tempo tornaram-se no “John Butler Trio” e os espectáculos a solo do cantor passaram a ser uma raridade. Em 2003 o “John Butler Trio” estabilizou na formação actual com Michael Barker na bateria e Shannon Birchail no baixo.
Baseado em uma história real, surge um livro. E daí um filme, acompanhado de uma trilha sonora.
Belo trio esse: livro + filme + disco. Excelentes os três. Estou falando de Na Natureza Selvagem, do original Into the Wild.
A história é (adaptação minha para sinopses reunidas):
No início da década de 90, um jovem recém-formado abre mão de um futuro promissor e de uma vida privilegiada para viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca de aventura e liberdade. Durante a jornada, Christopher McCandless conhece pessoas que mudam sua forma de ver a vida e cujas vidas, em troca, ele também muda. Quando, depois de dois anos “na estrada”, ele resolve ir sozinho para a natureza selvagem do Alasca, tudo que viu, aprendeu e sentiu durante a viagem revela-se de maneiras que ele nunca poderia esperar.
Publicado em 1998, o livro de Jon Krakauer “Na Natureza Selvagem” atraiu leitores de diferentes estilos interessados em saber mais sobre a vida e morte de Christopher McCandless,
jovem que abdicou de sua riqueza e identidade – adotando o nome “Alexander Supertramp” – a fim de tentar encontrar o verdadeiro significado de liberdade. Quando Sean Penn (diretor) viu o livro de Krakauer, teve uma reação imediata e forte. “Li a obra do início ao fim duas vezes antes de ir dormir. Então, no dia seguinte, acordei e fui logo ver se conseguia obter os direitos. Considerei a história profundamente cinematográfica em relação aos personagens e às paisagens”, conta o ator e diretor. Dez anos depois da primeira tentativa de Penn em obter os direitos, finalmente os McCandless aceitaram.
A trilha sonora para “Into The Wild” foi composta por Eddie Vedder, do Pearl Jam, agora em carreira solo. O disco traz onze faixas curtas que transitam com desenvoltura entre o pop radiofônico e a melancolia. O destaque é o single “Hard Sun”, belíssimo duelo de vilões e guitarras com o backing vocal de Sleater-Kinney Corin Tucker. O elo com a banda que o projetou está em algumas letras, como a de “Society” e “Long Nights”. Mais do que a trilha de um longa, o despojamento deste disco mostra a maturidade que os anos conferiram a Eddie Vedder. Sem nada a provar, fez belíssimas canções - no sentido estrito da palavra.
“Two years he walks the earth. No phone, no pool, no pets, no cigarettes. Ultimate freedom. An extremist. An aesthetic voyager whose home is the road. Escaped from Atlanta. Thou shalt not return, ’cause “the West is the best.” And now after two rambling years comes the final and greatest adventure. The climactic battle to kill the false being within and victoriously conclude the spiritual pilgrimage. Ten days and nights of freight trains and hitchhiking bring him to the Great White North. No longer to be poisoned by civilization he flees, and walks alone upon the land to become lost in the wild. - Alexander Supertramp May 1992″